Falta a perspectiva. Falta o humor do bom. Falta algo que nem sabemos o que é, mas falta. Faz falta também aquela presença inteira que faz bem ao espírito sedento por companhia de luz. Então há a ausência capaz de dilecerar o restante de interesse que há.
O olhar despenca pra outras bandas. As idéias se desentendem. O equilíbrio se desgoverna. A mente se desconcretiza e o corpo pede loucuras ao anoitecer sozinho nesta metrópole azul e cinza ao espelho da água que cai sem parar como lágrima apanhada na palma da mão.
A saudade vem quadrada aos cantos tentando se espalhar e divide o espírito antes calmo e agora extremamente apavorado. O caos se instala e eu não tento acordar. Mas sei que algo aconteceu de bom e esta é minha chance de continuar pensando que nada tem sentido sem alguém para compartilhar, mesmo no imaginário, quando percebo que na minha solitária existência não existe solidão nenhuma.
A felicidade me faz agradecer, afinal tenho um bom livro pra ler e um bom filme para assistir...ou uma gruta encravada nas pedras de São Thomé para visitar.
O olhar despenca pra outras bandas. As idéias se desentendem. O equilíbrio se desgoverna. A mente se desconcretiza e o corpo pede loucuras ao anoitecer sozinho nesta metrópole azul e cinza ao espelho da água que cai sem parar como lágrima apanhada na palma da mão.
A saudade vem quadrada aos cantos tentando se espalhar e divide o espírito antes calmo e agora extremamente apavorado. O caos se instala e eu não tento acordar. Mas sei que algo aconteceu de bom e esta é minha chance de continuar pensando que nada tem sentido sem alguém para compartilhar, mesmo no imaginário, quando percebo que na minha solitária existência não existe solidão nenhuma.
A felicidade me faz agradecer, afinal tenho um bom livro pra ler e um bom filme para assistir...ou uma gruta encravada nas pedras de São Thomé para visitar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário