A sombra me persegue. A lua parece ocultar a alma, desde então calmamente dividida entre o impacto do crescimento e a calma da redenção. Como águia ao redor do vento esperando a próxima presa. A chuva está para começar, o céu chora lágrimas de arte renovadora...escorre lá de cima o caos ao molhar o corpo dividido. A solidão é certa.
Como caos e angústia, caos ao olhar ofuscado. Olhos até embaçados como nuvem escura, por onde o sol tenta sair...aos poucos, transparecendo alegria pura à expectativa afrodizíaca. O mundo conspira a favor da luta travada entre o limite da noite e o tênue libertar da manhã que aparece aos poucos...clareando o olho roubado, da cidade, da vida em pausa.
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